Página 1 dos resultados de 271 itens digitais encontrados em 0.002 segundos

‣ A mortalidade neonatal em 1998, no município de Botucatu - SP

Poles, Kátia; Parada, Cristina Maria Garcia de Lima
Fonte: Universidade de São Paulo (USP), Escola de Enfermagem de Ribeirao Preto Publicador: Universidade de São Paulo (USP), Escola de Enfermagem de Ribeirao Preto
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 67-75
Português
Relevância na Pesquisa
58.619326%
Considerando que a mortalidade neonatal é indicador da qualidade da assistência prestada à gestante, ao parto e ao recém-nascido, realizamos o presente trabalho, cujo objetivo foi identificar as causas e o índice de mortalidade neonatal durante o ano de 1998 em Botucatu-SP. O coeficiente de mortalidade neonatal obtido foi de 8,3/1000 nascidos vivos e o coeficiente de mortalidade neonatal precoce foi de 7,3/1000 nascidos vivos, confirmando a importância dos óbitos na primeira semana de vida. Aproximadamente três quartos dos óbitos puderam ser classificados como reduzíveis por diagnóstico e tratamento precoces, reduzíveis por adequada atenção ao parto ou parcialmente reduzíveis por adequado controle da gravidez, evidenciando que para se reduzir os índices de morte neonatal, deveremos investir na melhoria da qualidade da assistência prestada à gestante, à parturiente e ao neonato.; Considerando que la mortalidad neonatal es un indicador de la calidad de la asistencia ofrecida en la gestación, al parto y al recién- nacido, realizamos el presente trabajo, con el objetivo de estudiar la mortalidad neonatal durante el año de 1998 en Botucatu-SP. El coeficiente de mortalidad neonatal encontrado fue 8,3/1000 nacidos vivos y el coeficiente de mortalidad neonatal precoz fue de 7...

‣ Caracterización de la mortalidad neonatal y postneonatal en la unidad de recién nacidos del Hospital Occidente De Kennedy durante los años 2010 a 2011; Characterization of neonatal and postneonatal mortality in newborns unit of West Kennedy Hospital during the years 2010-2011

Cabra Caicedo, Maria Claudia; Mariño Gutiérrez, Diana Lucia; Hernández Yañez, Mary Luz
Fonte: Universidad Militar Nueva Granada; Facultad de Medicina; Pediatría Publicador: Universidad Militar Nueva Granada; Facultad de Medicina; Pediatría
Tipo: bachelorThesis; Trabajo de grado Formato: pdf; pdf
Português
Relevância na Pesquisa
68.73743%
El conocimiento de la tasa de mortalidad infantil, es fundamental en la planificación sanitaria, ya que corresponde a un importante indicador de desarrollo de los países, relacionado directamente con los niveles de pobreza y calidad de los servicios de salud. Un porcentaje importante de la mortalidad infantil, es ocupado por la mortalidad neonatal; la cual descendió en los registros colombianos de 8.2 para el año 2010 a 7.81 para el 2011(2), encontrando una tasa más baja en el Hospital de 6.64 para el 2010, pero con un ascenso para el 2011 de 7.77 por cada 1.000 nacidos vivos. La mayor parte de la mortalidad neonatal ocurre durante los primeros siete días de vida. La tendencia de la mortalidad neonatal temprana en Colombia también ha presentado un descenso, pasando de 7,52 a 5,57 muertes por cada 1.000 nacidos vivos durante el periodo 2005-2011(2), encontrando con preocupación, contrario a esto, en las tasas del Hospital, un ascenso de 4.51 en el año 2010 a 6.26 por cada 1.000 nacidos vivos en el 2011; mientras que la mortalidad neonatal tardía se ha mantenido estable en el país durante el periodo 2005-2011, con tasas oscilante entre 2,07 y 2,52 muertes por cada 1.000 nacidos vivos , en el Hospital se ha encontrado tasas similares a las reportadas...

‣ Fatores de risco para mortalidade neonatal em crianças com baixo peso ao nascer; Factores de riesgo para mortalidad neonatal en niños con bajo peso al nacer; Risk factors for neonatal mortality among children with low birth weight

Ribeiro, Adolfo Monteiro; Guimarães, Maria José; Lima, Marilia de Carvalho; Sarinho, Silvia Wanick; Coutinho, Sonia Bechara
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 01/04/2009 Português
Relevância na Pesquisa
68.35795%
OBJETIVO: Analisar os fatores de risco associados aos óbitos neonatais em crianças com baixo peso ao nascer. MÉTODOS: Realizou-se um estudo de coorte, composto pelos nascidos vivos com peso entre 500 g e 2.499 g, residentes no Recife (PE), entre 2001 e 2003, produtos de gestação única e sem anencefalia. Os dados sobre os 5.687 nascidos vivos e 499 óbitos neonatais, provenientes do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos e do Sistema de Informações sobre Mortalidade, foram integrados pela técnica de linkage. Em modelo hierarquizado, as variáveis dos níveis distal (fatores socioeconômicos), intermediário (fatores de atenção à saúde) e proximal (fatores biológicos) foram submetidas à análise univariada e regressão logística multivariada. RESULTADOS: Com o ajuste das variáveis na regressão logística multivariada, as variáveis do nível distal que permaneceram significantemente associadas com o óbito neonatal foram: a coabitação dos pais, número de filhos vivos e tipo de hospital de nascimento; no nível intermediário: número de consultas no pré-natal, complexidade do hospital de nascimento e tipo de parto; e no nível proximal: sexo, idade gestacional, peso ao nascer, índice de Apgar e presença de malformação congênita. CONCLUSÕES: Os principais fatores associados à mortalidade neonatal nos nascidos vivos com baixo peso estão relacionados com a atenção à gestante e ao recém-nascido...

‣ Determinantes contextuais da mortalidade neonatal no Rio Grande do Sul por dois modelos de análise; Determinantes contextuales de la mortalidad neonatal por dos modelos de análisis; Contextual determinants of neonatal mortality using two analysis methods, Rio Grande do Sul, Brazil

Zanini, Roselaine Ruviaro; Moraes, Anaelena Bragança de; Giugliani, Elsa Regina Justo; Riboldi, João
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 01/02/2011 Português
Relevância na Pesquisa
68.62814%
OBJETIVO: Analisar os determinantes da mortalidade neonatal, segundo modelo de regressão logística multinível e modelo hierárquico clássico. MÉTODOS: Estudo de coorte com 138.407 nascidos vivos com declaração de nascimento e 1.134 óbitos neonatais registrados em 2003 no estado do Rio Grande do Sul. Foram vinculados os registros do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos e Mortalidade para o levantamento das informações sobre exposição no nível individual. As variáveis independentes incluíram características da criança ao nascer, da gestação, da assistência à saúde e fatores sociodemográficos. Fatores associados foram estimados e comparados por meio da análise de regressão logística clássica e multinível. RESULTADOS: O coeficiente de mortalidade neonatal foi 8,19 por mil nascidos vivos. As variáveis que se mostraram associadas ao óbito neonatal no modelo hierárquico foram: baixo peso ao nascer, Apgar no 1º e 5º minutos inferiores a oito, presença de anomalia congênita, prematuridade e perda fetal anterior. Cesariana apresentou efeito protetor. No modelo multinível, a perda fetal anterior não se manteve significativa, mas a inclusão da variável contextual (taxa de pobreza) indicou que 15% da variação da mortalidade neonatal podem ser explicados pela variabilidade nas taxas de pobreza em cada microrregião. CONCLUSÕES: O uso de modelos multiníveis foi capaz de mostrar pequeno efeito dos determinantes contextuais na mortalidade neonatal. Foi observada associação positiva com a taxa de pobreza...

‣ La mortalidad neonatal en 1998, en el município de Botucatu-SP; The neonatal mortality in 1998 at the municipality of Botucatu-SP; A mortalidade neonatal em 1998, no município de Botucatu - SP

Poles, Kátia; Parada, Cristina Maria Garcia de Lima
Fonte: Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto Publicador: Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 01/07/2000 Português
Relevância na Pesquisa
68.656313%
Considerando que a mortalidade neonatal é indicador da qualidade da assistência prestada à gestante, ao parto e ao recém-nascido, realizamos o presente trabalho, cujo objetivo foi identificar as causas e o índice de mortalidade neonatal durante o ano de 1998 em Botucatu-SP. O coeficiente de mortalidade neonatal obtido foi de 8,3/1000 nascidos vivos e o coeficiente de mortalidade neonatal precoce foi de 7,3/1000 nascidos vivos, confirmando a importância dos óbitos na primeira semana de vida. Aproximadamente três quartos dos óbitos puderam ser classificados como reduzíveis por diagnóstico e tratamento precoces, reduzíveis por adequada atenção ao parto ou parcialmente reduzíveis por adequado controle da gravidez, evidenciando que para se reduzir os índices de morte neonatal, deveremos investir na melhoria da qualidade da assistência prestada à gestante, à parturiente e ao neonato.; Considerando que la mortalidad neonatal es un indicador de la calidad de la asistencia ofrecida en la gestación, al parto y al recién- nacido, realizamos el presente trabajo, con el objetivo de estudiar la mortalidad neonatal durante el año de 1998 en Botucatu-SP. El coeficiente de mortalidad neonatal encontrado fue 8,3/1000 nacidos vivos y el coeficiente de mortalidad neonatal precoz fue de 7...

‣ Factores de riesgo de mortalidad neonatal, internación prolongada y predictores de discapacidad futura en una unidad de cuidados intensivos neonatales de alta complejidad

Bellani,Patricia; de Sarasqueta,Pedro
Fonte: Archivos argentinos de pediatría Publicador: Archivos argentinos de pediatría
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2005 Português
Relevância na Pesquisa
68.292197%
Introducción. Existe escasa información sobre el impacto que tienen los factores sociales, maternos, de la gesta y de la enfermedad en recién nacidos (RN) derivados a una UCIN de alta complejidad. Objetivos. Establecer factores de riesgo de mortalidad, internación prolongada e indicadores de alto riesgo biológico de discapacidad futura en la UCIN. Población, material y métodos. Se realizó un estudio de cohorte prospectivo de los ingresos al área de cuidados intensivos del Hospital de Pediatría "Prof. Dr. J.P. Garrahan" entre el 1/11/02 y el 30/9/03. Se consideraron variables dependientes: mortalidad neonatal, internación prolongada (>60 días) y signos de discapacidad futura al egreso. Las variables independientes de riesgo se agruparon en sociales, de la gesta, del transporte neonatal y complicaciones y fallas del proceso de atención. Se emplearon las pruebas t de Student y X2 para el análisis univariado y regresión logística para el multivariado. Resultados. Ingresaron al estudio 357 neonatos. La mortalidad fue de 8,7%, la internación prolongada, 11,2% y el riesgo de discapacidad al egreso, 17,3%. Los factores de riesgo asociados a los daños seleccionados en el análisis multivariado fueron: edad materna mayor a 35 años...

‣ Morbilidad y mortalidad neonatal en pacientes con rotura prematura de membranas pretérmino

Sánchez Ramírez,Niobys; Nodarse Rodríguez,Alfredo; Sanabria Arias,Ana Mary; Octúzar Chirino,Ada; Couret Cabrera,Martha Patricia; Díaz Garrido,Dayamí
Fonte: Revista Cubana de Obstetricia y Ginecología Publicador: Revista Cubana de Obstetricia y Ginecología
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2013 Português
Relevância na Pesquisa
68.236235%
Introducción: según la Organización Mundial de la Salud, aproximadamente el 40 % de los partos prematuros están precedidos de ruptura prematura de membranas. Objetivo: identificar la morbilidad y mortalidad neonatal de las pacientes que presentaron rotura prematura de membranas pretérmino entre las 28,0 y 32,6 sem en el Hospital Ginecoobstétrico "Ramón González Coro". Métodos: se realizó un estudio descriptivo retrospectivo de 45 gestantes con rotura prematura de membranas pretérmino, entre las 28,0 y 32,6 sem de edad gestacional, que ingresaron en el Hospital Ginecobstétrico Ramón González Coro, entre enero de 2006 y diciembre de 2008. Se utilizó el porcentaje, las frecuencias, datos de contingencia y medias. La información fue procesada en el paquete estadístico SPSS 11.5. Resultados: el 48,9 % pesó menos de 1 500 g; el 22,0 % presentó síndrome de distrés respiratorio y enfermedad de membrana hialina; el 60,0 % de los que continuaron con una conducta expectante por más de 8 días luego de culminado el tratamiento antimicrobiano tuvieron sepsis neonatal; el 50,0 % presentó enfermedad de membrana hialina luego de 8 días de administrados los inductores de la madurez pulmonar fetal; todos los fallecidos pesaron menos de 1 500 g. Conclusiones: aproximadamente la mitad de los recién nacidos tuvo un peso inferior a los 1 500 g. La enfermedad de membrana hialina y la sepsis neonatal fueron las complicaciones más frecuentes. Predominó la enfermedad de membrana hialina en los que concluyeron la terapia esteroidea por más de 8 días. La mortalidad neonatal fue significativa en los recién nacidos con peso inferior a 1 500 g.

‣ Análisis de la mortalidad neonatal precoz en San Miguel del Padrón (La Habana)

Vidal Borrás,Emilio
Fonte: Revista Cubana de Pediatría Publicador: Revista Cubana de Pediatría
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2009 Português
Relevância na Pesquisa
68.47405%
INTRODUCCIÓN. Fueron objetivos de esta presentación caracterizar el comportamiento de la mortalidad neonatal precoz y su relación con la edad materna, gestacional, los factores de riesgo y las causas de muerte neonatal en el municipio San Miguel del Padrón, entre 1999 y 2008. MÉTODOS. Se realizó un estudio descriptivo, retrospectivo y longitudinal del comportamiento de la mortalidad neonatal precoz en una muestra de 49 defunciones. Se analizaron variables maternas y del recién nacido, cuyos datos fueron obtenidos de la revisión de registros médicos de defunción e historias clínicas. RESULTADOS. Se encontró que la mortalidad neonatal precoz en el municipio fue de tendencia decreciente en el período estudiado. El año de mayor número de nacidos vivos (NV) fue 1999, con 2146 nacimientos y una tasa de mortalidad infantil (TMI) de 10,7 × 1 000 NV. La tasa de mortalidad neonatal precoz fue de 3,7 x 1000 NV, tanto en 1999 y como en 2002, con 7 defunciones en neonatos de menos de 7 días de vida. De las 129 defunciones, 49 correspondieron al componente neonatal precoz, en tanto que el parto pretérmino constituyó el 20,1 %. La principal causa de muerte fue la sepsis (48,9 %). CONCLUSIONES. Las principales causas de muerte fueron la sepsis...

‣ Evolución de la mortalidad infantil, neonatal y postneonatal en Andalucía, 1975-1998

Ruiz Ramos,Miguel; Nieto García,María Adoración
Fonte: Revista Española de Salud Pública Publicador: Revista Española de Salud Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/06/2003 Português
Relevância na Pesquisa
58.64148%
Fundamento: La mortalidad infantil, y sus componentes neonatal y postneonatal, son importantes indicadores de salud, lo cual justifica su análisis periódico incluso en países desarrollados donde sus tasas han descendido considerablemente. El objetivo de este estudio es describir las modificaciones registradas en dichas tasas en Andalucía en el último cuarto de siglo. Métodos: Se han calculado las tasas anuales de mortalidad infantil, neonatal precoz y tardía, así como post-neonatal en 1975-1998. Mediante regresión de Poisson se han estimado los porcentajes anuales de cambio de las tasas en los dos intervalos de 1975-1986 y 1987-1998 así como en el periodo completo 1975-1998. Se ha analizado también la mortalidad proporcional por causas infecciosas, respiratorias, congénitas, afecciones originadas en el periodo perinatal y el resto de causas, así como la razón de tasas de mortalidad por afecciones originadas en el periodo perinatal y para el total de causas, en el quinquenio 1994-98 respecto al quinquenio 1975-79, en los periodos infantil, neonatal (precoz y tardío) y postneonatal. Resultados: Los mayores descensos porcentuales se han producido en la mortalidad neonatal precoz (6,38%) y tardía (4,6%). La razón de tasas de mortalidad por afecciones originadas en el periodo perinatal entre 1994-98 y 1975-79 es 10 para la mortalidad postneonatal mientras que es inferior a 1 para la mortalidad neonatal tardía (0...

‣ Representación gráfica del riesgo de mortalidad neonatal en un centro perinatal regional en Mérida, Yucatán, México

Osorno-Covarrubias,Lorenzo; Vela-Urtecho,Gabriela; Dávila-Velázquez,Jorge
Fonte: Instituto Nacional de Salud Pública Publicador: Instituto Nacional de Salud Pública
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2002 Português
Relevância na Pesquisa
68.224976%
Objetivo. Determinar el riesgo de mortalidad neonatal por edad gestacional y el peso al nacer. Material y métodos. Se estudió una cohorte de 19 668 neonatos que egresaron entre el 1 de enero de 1995 y el 31 de octubre de 1999 del Centro Médico Nacional Ignacio García Téllez, del tercer nivel de atención perinatal del Instituto Mexicano del Seguro Social de la Península de Yucatán. Se registraron el peso al nacer, edad gestacional y condición de egreso. Se calculó el riesgo absoluto (RA) de mortalidad para cada semana de edad gestacional y grupo de peso. Resultados. El RA de mortalidad observado en neonatos de entre 34 a 44 semanas y peso mayor o igual a 2 250 g fue de 0.4%, de 15% para aquellos de entre 26 a 32 semanas con peso mayor o igual a 1000 g, y de 73% para los de entre las 26 a las 34 semanas, con peso al nacimiento de entre 750 y 1 000 g. Conclusione. El RA de mortalidad neonatal aumentó a menor. edad gestacional y peso. Los datos pueden ser utilizados como valores de referencia para nuestro hospital y para comparación con otros hospitales.

‣ Mortalidad neonatal en 2007 y 2008 en un centro de tercer nivel de atención

Fernández-Carrocera,Luis Alberto; Corral-Kassian,Erika; Romero-Maldonado,Silvia; Segura-Cervantes,Enrique; Moreno-Verduzco,Elsa; Hernández-Peláez,Graciela; Ruiz-Huerta,Margarita Concepción; Barla-Muñoz,Ema; Serrano-Nada,Armando; Aguinaga-Ríos,Mónic
Fonte: Instituto Nacional de Salud, Hospital Infantil de México Federico Gómez Publicador: Instituto Nacional de Salud, Hospital Infantil de México Federico Gómez
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2011 Português
Relevância na Pesquisa
68.37201%
Introducción. La mortalidad neonatal es un indicador sensible y específico que nos permite conocer el estado de salud de un país y plantear estrategias para mejorarlo. Resulta de una cadena compleja de determinantes como los biológicos, los socioeconómicos y los de salud. El objetivo de este trabajo fue conocer la tasa de mortalidad neonatal general, por peso y edad gestacional, en un instituto de tercer nivel de atención durante 2007 y 2008. Métodos. Se analizaron todos los casos provenientes del comité de mortalidad perinatal y neonatal, de 2007 y 2008, desde 22 semanas de gestación en adelante. El análisis estadístico se realizó mediante medidas de tendencia central y dispersión para las variables cuantitativas y para las variables cualitativas frecuencia, porcentaje, χ² y razón de momios con nivel de significación estadística < 0.05. Resultados. La tasa de mortalidad para el año 2007 fue de 17.7 × 1000 nacidos vivos y para el 2008 de 19.7 × 1000 nacidos vivos. En relación con el peso y con la edad gestacional no se encontró aumento de riesgo al comparar los resultados de ambos años. Las malformaciones ocuparon el mayor porcentaje entre las causas de defunción. Conclusiones. Las tasas de mortalidad en 2007 y 2008 fueron de 17.7 y 19.7 × 1000 nacidos vivos...

‣ Mortalidad neonatal: gran reto

Faneite,Pedro; Linares,Milagros; Faneite,Josmery; Gómez,Ramón; Sablone,Sonia; Guedez,Jesús; González,María
Fonte: Sociedad de Obstetricia y Ginecología de Venezuela Publicador: Sociedad de Obstetricia y Ginecología de Venezuela
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2004 Português
Relevância na Pesquisa
68.281523%
Objetivo: Conocer la mortalidad neonatal, su incidencia, características maternas, condiciones obstétricas y factores relacionados. Método: Estudio descriptivo retrospectivo epidemiológico analítico de 282 historias maternas, con 283 muertes neonatales, sucedidas durante el quinquenio 1998-2002. La mortalidad perinatal para el lapso fue 41,66 por mil nacidos, la neonatal 21,10. Ambiente: Dpto. de Obstetricia y Ginecología. Hospital "Dr. Adolfo Prince Lara", Pto. Cabello, Edo. Carabobo. Resultados: La edad determinante fue de 24 años y menos (52,84%); en antecedentes familiares predominó la hipertensión arterial (52,5 %) y diabetes (31,87%), en antecedentes personales la hipertensión arterial (50,88 %); en el diagnóstico de ingreso la amenaza parto prematuro (38,49 %) y rotura prematura de membranas (21,03%). No hubo control prenatal en 70,34 %; eran multigestas el 59,22%, con edad de embarazo menor de 37 semanas 74,64 %, y terminó en parto normal el 65,25 %. La mayoría fueron fetos masculinos (55,83 %), con peso menor de 2500 g (73,5 %), talla menor de 50 cm (86,92 %) y el índice Apgar de 7 y menos (84,09). El factor de muerte directo conocido prevaleciente en 283 casos fue la insuficiencia respiratoria (61,13 %) y sépsis (21...

‣ Factores asociados a la mortalidad neonatal en el Hospital José María Benítez - La Victoria estado Aragua

Tang P,Maily
Fonte: Universidad de Carabobo Publicador: Universidad de Carabobo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2010 Português
Relevância na Pesquisa
67.984536%
El objetivo de este estudio fue analizar factores asociados a la mortalidad neonatal en el Hospital Benítez - La Victoria, durante el período enero - diciembre de 2004. Con tal propósito se elaboró un estudio analítico de 89 casos y 267 controles retrospectivos no pareados. Se aplicó encuesta adaptada al estudio. Se utilizó pruebas de X2 o prueba exacta de Fisher, la razón de productos cruzados y límites de confianza al 95%, la proporción de riesgo atribuible o fracción etiológica y la proporción de riesgo atribuible en la población. Los resultados sugieren que los factores de riesgo con asociación positiva y con significancia estadística son: edad materna, control prenatal, situación conyugal, instrucción de la madre, presentación, tipo de parto, Apgar, edad gestacional, peso/ edad gestacional, talla y patologías del recién nacido.

‣ Representación gráfica del riesgo de mortalidad neonatal en un centro perinatal regional en Mérida, Yucatán, México

Osorno-Covarrubias,Lorenzo; Vela-Urtecho,Gabriela; Dávila-Velázquez,Jorge
Fonte: Instituto Nacional de Salud Pública Publicador: Instituto Nacional de Salud Pública
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2002 Português
Relevância na Pesquisa
68.224976%
Objetivo. Determinar el riesgo de mortalidad neonatal por edad gestacional y el peso al nacer. Material y métodos. Se estudió una cohorte de 19 668 neonatos que egresaron entre el 1 de enero de 1995 y el 31 de octubre de 1999 del Centro Médico Nacional Ignacio García Téllez, del tercer nivel de atención perinatal del Instituto Mexicano del Seguro Social de la Península de Yucatán. Se registraron el peso al nacer, edad gestacional y condición de egreso. Se calculó el riesgo absoluto (RA) de mortalidad para cada semana de edad gestacional y grupo de peso. Resultados. El RA de mortalidad observado en neonatos de entre 34 a 44 semanas y peso mayor o igual a 2 250 g fue de 0.4%, de 15% para aquellos de entre 26 a 32 semanas con peso mayor o igual a 1000 g, y de 73% para los de entre las 26 a las 34 semanas, con peso al nacimiento de entre 750 y 1 000 g. Conclusione. El RA de mortalidad neonatal aumentó a menor. edad gestacional y peso. Los datos pueden ser utilizados como valores de referencia para nuestro hospital y para comparación con otros hospitales.

‣ Evolución de la mortalidad infantil, neonatal y postneonatal en Andalucía, 1975-1998

Ruiz Ramos,Miguel; Nieto García,María Adoración
Fonte: Ministerio de Sanidad y Consumo Publicador: Ministerio de Sanidad y Consumo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2003 Português
Relevância na Pesquisa
58.64148%
Fundamento: La mortalidad infantil, y sus componentes neonatal y postneonatal, son importantes indicadores de salud, lo cual justifica su análisis periódico incluso en países desarrollados donde sus tasas han descendido considerablemente. El objetivo de este estudio es describir las modificaciones registradas en dichas tasas en Andalucía en el último cuarto de siglo. Métodos: Se han calculado las tasas anuales de mortalidad infantil, neonatal precoz y tardía, así como post-neonatal en 1975-1998. Mediante regresión de Poisson se han estimado los porcentajes anuales de cambio de las tasas en los dos intervalos de 1975-1986 y 1987-1998 así como en el periodo completo 1975-1998. Se ha analizado también la mortalidad proporcional por causas infecciosas, respiratorias, congénitas, afecciones originadas en el periodo perinatal y el resto de causas, así como la razón de tasas de mortalidad por afecciones originadas en el periodo perinatal y para el total de causas, en el quinquenio 1994-98 respecto al quinquenio 1975-79, en los periodos infantil, neonatal (precoz y tardío) y postneonatal. Resultados: Los mayores descensos porcentuales se han producido en la mortalidad neonatal precoz (6,38%) y tardía (4,6%). La razón de tasas de mortalidad por afecciones originadas en el periodo perinatal entre 1994-98 y 1975-79 es 10 para la mortalidad postneonatal mientras que es inferior a 1 para la mortalidad neonatal tardía (0...

‣ Mortalidad neonatal y factores asociados, Macuspana, Tabasco, México

de la Cruz Gallardo,Carlos Mario; Robles Calvillo,Victor Hugo; Hernández Blé,José Alejo
Fonte: Centro Nacional de Información de Ciencias Médicas Publicador: Centro Nacional de Información de Ciencias Médicas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2009 Português
Relevância na Pesquisa
68.34074%
Introducción La mortalidad neonatal constituye un problema de salud mundial y a la vez es un indicador de calidad de la atención materno infantil. Objetivo Este trabajo tuvo como propósito central identificar los factores asociados con mortalidad neonatal en el municipio Macuspana, estado de Tabasco, México, 2004-2005. Métodos Se realizó un estudio retrospectivo de casos y controles, los casos fueron 51 fallecidos de 0 hasta 27 días y 153 controles recién nacidos vivos, según lugar de residencia de los padres y fecha de nacimiento. Resultados Las variables que resultaron asociadas fueron: peso al nacimiento menor de 2 500 g OR 12,5 (IC95% 11,62-13,37), edad gestacional menor de 37 semanas OR 8,33 (IC95% 7,18-9,47), madres sin escolaridad OR 3,7 (IC95% 3,9-4,20), enfermedad durante el embarazo OR 2,32 (IC95% 2,28-2,35), menos de 3 consultas prenatales OR 1,88 (IC95% 1,62-2,13). Conclusiones La mortalidad neonatal es un problema de salud pública en Macuspana, se comprobó que aún existen reservas para la reducción de la mortalidad neonatal si se logra adecuado control del embarazo, diagnóstico temprano de las enfermedades, detección oportuna de complicaciones y aseguramiento de la atención hospitalaria a la embarazada y del neonato.

‣ Mortalidad neonatal, análisis de registros de vigilancia e historias clínicas del año 2011 en Huánuco y Ucayali, Perú

Velásquez Hurtado,José Enrique; Kusunoki Fuero,Lourdes; Paredes Quiliche,Tania Gisella; Hurtado La Rosa,Raquel; Rosas Aguirre,Ángel Martín; Vigo Valdez,Walter Eduardo
Fonte: Instituto Nacional de Salud Publicador: Instituto Nacional de Salud
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2014 Português
Relevância na Pesquisa
68.165757%
Objetivos. Estimar la tasa de mortalidad neonatal y describir las defunciones neonatales ocurridas en el 2011 en hospitales del Ministerio de Salud de las regiones Huánuco y Ucayali, Perú. Materiales y Métodos .Estudio transversal realizado de septiembre a noviembre de 2012 en Huánuco y Ucayali. Se revisaron los registros de las defunciones neonatales ocurridas en el 2011 en municipalidades provinciales, direcciones regionales de salud y cuatro hospitales de referencia. Para el cálculo de las tasas de mortalidad se utilizaron las fuentes de información más confiables por región. La revisión de 185 historias clínicas en los hospitales permitió describir las causas básicas de las muertes neonatales. Resultados. En el 2011 se reportaron en Huánuco 10 886 recién nacidos vivos y 158 muertes neonatales, con una tasa de 14,5 muertes por 1000 nacidos vivos. En Ucayali, se reportaron 11 441 recién nacidos vivos y 138 muertes neonatales, con una tasa de 12,1 muertes por 1000 nacidos vivos. La mayoría de muertes neonatales hospitalarias ocurrieron en los primeros 7 días de vida (87%), en neonatos prematuros (73,9%) y con bajo peso al nacimiento (67%). Las causas básicas más frecuentes en las muertes neonatales fueron: infección (31...

‣ Características epidemiológicas de la mortalidad neonatal en el Perú, 2011-2012

Ávila,Jeannette; Tavera,Mario; Carrasco,Marco
Fonte: Instituto Nacional de Salud Publicador: Instituto Nacional de Salud
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2015 Português
Relevância na Pesquisa
68.37745%
Objetivos. Describir las características epidemiológicas de las defunciones neonatales en el Perú. Materiales y métodos. Estudio descriptivo basado en notificaciones al Subsistema Nacional de Vigilancia Epidemiológica Perinatal y Neonatal (SNVEPN) realizadas en los años 2011-2012. Se aplicó el método de captura y recaptura para calcular el subregistro de la notificación y estimar la tasa de mortalidad neonatal (TMN) nacional y por departamentos. Se respondieron las preguntas dónde, cuándo, quiénes y por qué fallecen los recién nacidos (RN). Resultados. Se notificaron al SNVEPN 6748 defunciones neonatales, subregistro 52,9%. Se estimó una TMN nacional de 12,8 muertes/1000 nacidos vivos. Se encontró que 16% de las defunciones ocurrieron en domicilio y de estas 74,2% fueron en la región sierra, con predominio de zonas rurales y distritos pobres. El 30% falleció en las primeras 24 horas y el 42% entre los días 1 y 7 de vida. El 60,6% fueron RN prematuros y un 39,4% fueron RN de término. El 37% tuvieron peso normal, el 29,4% bajo peso y un 33,6%, muy bajo peso. La mortalidad neonatal evitable fue 33% siendo mayor en la zona urbana y sierra. El 25,1% falleció por causas relacionadas con la prematuridad-inmaturidad; 23...

‣ Morbi-mortalidad en Recién Nacidos de muy Bajo Peso al Nacer. Unidad de Neonatología. Centro Materno Infantil. Hospital de Clínicas

Genes,L; Lacarrubba,J; Caballero,C; Fonseca,R; Mir,R; Céspedes,E; Mendieta,E
Fonte: Sociedad Paraguaya de Pediatría Publicador: Sociedad Paraguaya de Pediatría
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2010 Português
Relevância na Pesquisa
58.37545%
Introducción: La mortalidad de los Recién nacidos de muy bajo peso contribuye en forma significativa a la mortalidad neonatal e infantil. Con los avances de la medicina en el área perinatal, la mayor supervivencia de este grupo ocasiona un aumento en la morbilidad. Con excepción de los prematuros extremos y con defectos congénitos graves, la mortalidad es evitable en gran medida gracias al uso oportuno de intervenciones de comprobada eficacia. Objetivos: Determinar la morbi-mortalidad de los Recién nacidos de muy bajo peso al nacer en la Unidad de Neonatología del Centro Materno Infantil del Hospital de Clínicas. Metodología: Estudio de tipo prospectivo descriptivo de cohorte de todos los recién nacidos que nacieron en el Centro Materno Infantil con peso entre 500 y 1500 gramos, entre el 1º de enero del 2004 al 31 de diciembre del 2007, con seguimiento desde su nacimiento hasta su alta o muerte hospitalaria. Resultados: Nacieron, 128 Recién Nacidos de Muy Bajo Peso, de un total de 9486 nacidos vivos, con una incidencia de 1,35%. La media de peso fue 1143 +/-247 gramos y la edad gestacional media fue de 29,6 +/- 2,8 semanas. Sexo femenino 54% y cesárea como vía del nacimiento 57%. Intervenciones prenatales tales como control prenatal y uso de corticoides se registró en 86% y 50...

‣ Scores de gravedad SNAP II y SNAP-PE II en la determinación de riesgo de mortalidad neonatal en una unidad de cuidados intensivos polivalente

Mesquita,Mirta; Álvarez,Elizabeth; Godoy,Laura; Ávalos,Sonia
Fonte: Sociedad Paraguaya de Pediatría Publicador: Sociedad Paraguaya de Pediatría
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2011 Português
Relevância na Pesquisa
68.281523%
Introducción: Tanto SNAP II como el SNAPPE II, son scores de gravedad de enfermedades de los recién nacidos que ingresan a la Unidad de cuidados intensivos neonatales, validados para predecir la mortalidad neonatal. Objetivos: Determinar la validez del SNAPII y el SNAPPE II como predictores de mortalidad neonatal y los días de hospitalización en la unidad de cuidados intensivos pediátricos polivalente. Metodología: Estudio observacional analítico, a partir de la base de datos de la ficha neonatal en Epi info, se extrajeron los datos perinatales y se llenaron las variables para el cálculo del SNAPII y SNAPPE II siguiendo la metodología del autor del mismo, dentro de las 12 horas del ingreso. Se incluyeron todos los pacientes con datos completos. Los datos se analizaron en Epi info y SPSS 17, utilizando medias, porcentajes, proporciones y la curva ROC para el análisis de los scores y la regresión lineal. Se considero un nivel de significancia del 5%. Resultados. Ingresaron al estudio 288 neonatos para el cálculo del SNAP II de los cuales en 245 se pudo calcular el SNAPPE II. El promedio de edad postnatal fue de 7 ± 8 días, peso de nacimiento de 2788± 857 g, el 27% tenía RCIU; 165 nacieron en parto domiciliario, el 54% fueron remitidos de otro hospital...