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‣ Ácido úrico e doença cardiovascular; Uric acid and cardiovascular disease

Guimarães, Joana; Devesa, Nuno; Reis, Rita; Parente, Francisco; Alexandrino, Borges; Moura, José Júlio
Fonte: Sociedade Portuguesa de Medicina Interna Publicador: Sociedade Portuguesa de Medicina Interna
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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68.96967%
O interesse no ácido úrico como um potencial factor de risco de Doença Cardiovascular é abordado em inúmeros artigos de revisão. Parece não haver dúvidas que o ácido úrico é um factor de risco cardiovascular, ideia essa que persiste desde há 50 anos. Contudo, a questão central não é a sua associação com Doença Cardiovascular, mas se desempenha um papel causal no desenvolvimento de Doença Cardiovascular. Tem sido difícil identifi car o papel específi co da hiperuricémia devido à sua associação com outros factores de risco cardiovascular, já estabelecidos, como Hipertensão, Diabetes Mellitus, Dislipidémia e Obesidade. Um melhor conhecimento dos mecanismos patogénicos da hiperuricémia poderão esclarecer a importância da elevação dos valores séricos de ácido úrico.; The interest in serum uric acid as a potential Cardiovascular Disease risk factor has balloned in the last several years with numerous review articles. There seems little doubt that serum uric acid is a risk factor for Cardiovascular Disease, a perception that has persisted for nearly 50 years. However, the central issue is not whether uric acid is associated with Cardiovascular Disease, but whether uric acid plays a causal role in the development of Cardiovascular Disease. It has been diffi cult to identify the specifi c role of elevated serum uric acid because of its association with established cardiovascular risk factors such as Hypertension...

‣ Desenvolvimento de procedimento analítico em fluxo com multicomutação para a determinação espectofotométrica de ácido úrico em urina; Development of a multicommuted flow-based analytical procedure for the spectrophotometric determination of uric acid in urine

Rocha, Diogo Librandi da
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 04/09/2009 Português
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69.486807%
A mecanização de procedimentos analíticos em análises clínicas traz vantagens tais como minimização de erros sistemáticos e do tempo das análises. Sistemas de análises em fluxo com multicomutação apresentam grandes potencialidades nesse sentido, atendendo às necessidades da mecanização de procedimentos analíticos de maneira versátil e robusta. Estes sistemas permitem minimizar o consumo de reagentes e a geração de resíduos, devido ao gerenciamento preciso de pequenos volumes de soluções por dispositivos controlados eletronicamente, tais como microbombas solenoide. O fluxo pulsado proporcionado pelas microbombas e a estratégia da amostragem binária melhoram a mistura entre amostra e reagentes. O ácido úrico é o principal produto final do metabolismo de purinas. A determinação deste analito em amostras de urina apresenta importância clínica, uma vez que sua concentração pode auxiliar no diagnóstico de disfunções no organismo humano, como a gota e o mau funcionamento dos rins. Um procedimento analítico empregando sistema de análises em fluxo com microbombas solenoide foi desenvolvido para a determinação de ácido úrico em amostras de urina. Os íons Cu(II) são reduzidos pelo ácido úrico a íons Cu(I)...

‣ Participação de diferentes subtipos de macrófagos e a contribuição do ácido úrico solúvel, dos receptores TLR2 e TLR4 e das moléculas MyD88 e NLRP3 para o desenvolvimento da fibrose renal.; Involvement of different subtypes of macrophages and the contribution of soluble uric acid, the receptors TLR2 and TLR4 and MyD88 and NLRP3 molecules to the development of renal fibrosis.

Braga, Tárcio Teodoro
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 16/06/2014 Português
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A doença renal crônica é uma doença mediada pelo sistema imune e caracterizada por fibrose. Camundongos deficientes em TLR2, TLR4, MyD88 e NLRP3 se mostraram protegidos frente ao dano renal e à deposição de colágeno após serem submetidos à obstrução unilateral do ureter (UUO). Além disso, os camundongos protegidos exibiram menor produção de citocinas relacionadas com um perfil imune Th2 e apresentaram menor acúmulo de macrófagos do subtipo M2. Inicialmente, creditamos aos macrófagos M2 o papel de macrófagos formadores de fibrose uma vez que tal subpopulação é encontrada em maior número aos sete dias após a UUO em animais WT, porém, vimos que os personagens centrais no desenvolvimento da fibrose são macrófagos M1, encontrados no início da lesão renal. Também vimos que o ácido úrico é a molécula capaz de induzir a troca de fenótipo de M1 para M2 ao longo da UUO, além de ser capaz de ativar a via do inflamassoma. O ácido úrico solúvel é liberado em um contexto de hipóxia e ativa o complexo do inflamassoma NLRP3 por mecanismos diferentes, mas complementares.; Chronic kidney disease is an immune mediated disease characterized by fibrosis development. The damaged tissue releases molecules such as soluble uric acid resulting from the degradation of extracellular matrix or dead cells...

‣ Nefrotoxicidade experimental por ciclosporina : efeito protetor da normalização dos niveis de acido urico; Normalization of uric acid protects against cyclosporine nephorpathy in rats

Fernanda Cristina Mazali
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 21/08/2006 Português
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68.96967%
Objetivo: Hiperuricemia é uma complicação freqüente da terapêutica com ciclosporina (CsA). Estudos anteriores demonstraram que a hiperuricemia exacerba a lesão intersticial e vascular no modelo experimental de nefrotoxicidade por CsA (CsA ntx). O presente estudo tem como hipótese que a normalização da uricemia preveniria o desenvolvimento da nefropatia crônica por CsA. Metodologia: A nefropatia crônica por CsA foi induzida em ratos machos, Sprague Dawley, através da injeção subcutânea diária de CsA (15mg/kg/dia), por um período de 7 semanas, em associação com dieta hipossódica (CSA). O efeito do controle da hiperuricemia foi determinado através do tratamento concomitante com um inibidor de xantina oxidase (alopurinol, 15mg/Kg/dia ? CSA/ALP) ou com um agente uricosúrico (benzbromarona, 15mg/Kg/dia, CSA/BENZ), em bebedouro. O grupo-controle incluiu ratos tratados com veículo (VEH, injeções SC diárias de óleo de oliva). Ao sacrifício foram realizadas análises funcionais e histológicas. Resultados: Os animais do grupo CSA desenvolveram hiperuricemia leve (ácido úrico 4.36 vs 2.49 mg/dl, CSA vs VEH, p<0.05), com hialinose arteriolar, atrofia tubular, fibrose intersticial em faixa, aumento de proliferação celular e redução da expressão de VEGF. O tratamento com alopurinol ou benzbromarona reduziu a lesão renal...

‣ Nefropatia crônica por ciclosporina : papel do ácido úrico e do sistema renina angiotensina aldosterona como mediadores de disfunção endotelial, inflamação e vasculopatia; Cyclosporine nephropathy : effect of uric acid and the renin angiotensin aldosterone system as mediators of endothelial dysfunction, inflammation vasculopathy

Fernanda Cristina Mazali
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 03/08/2011 Português
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A nefrotoxicidade por ciclosporina caracteriza-se, do ponto de vista histológico, por fibrose intersticial em faixa, atrofia tubular e hialinose de arteríolas aferentes glomerulares, ou seja, um quadro compatível com doença renal isquêmica. Esta isquemia provocada pela ciclosporina leva a redução da taxa de filtração glomerular, com consequente elevação dos níveis séricos de ácido úrico. Além disto, a ciclosporina altera o transporte tubular de urato, favorecendo o desenvolvimento de hiperuricemia. No modelo experimental de nefropatia pela ciclosporina, a elevação dos níveis de ácido úrico apresenta associação com lesão túbulo intersticial mais severa, além de maior frequência de hialinose de arteríola aferente. Em estudos anteriores demonstramos que a hiperuricemia agrava a nefrotoxicidade pela ciclosporina e também que, a administração concomitante de agentes hipouricemiantes previne a lesão renal pela CsA. Assim, consideramos a hipótese de que, em um modelo experimental de nefropatia crônica pela ciclosporina, instalada, a normalização dos níveis de ácido úrico com alopurinol ou benzbromarona poderia reverter a lesão renal estabelecida. Nefropatia pela ciclosporina foi induzida em ratos Sprague Dawley com injeções subcutâneas diárias de ciclosporina...

‣ Excreção urinária de cálcio, ácido úrico e citrato em crianças e adolescentes sadios

Penido,Maria Goretti Moreira Guimarães; Diniz,José Silvério Santos; Guimarães,Milena Maria Moreira; Cardoso,Rodrigo Barbosa; Souto,Marcelo Ferraz de Oliveira; Penido,Mariana Guimarães
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria Publicador: Sociedade Brasileira de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2002 Português
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69.10199%
Objetivo: determinar valores de referência regionais para a excreção urinária de cálcio, ácido úrico e citrato e estabelecer correlação entre essas excreções em urina em 24h e amostras únicas, para uso na prática clínica. Material e métodos: 125 crianças e adolescentes saudáveis, selecionados aleatoriamente, foram submetidos ao protocolo: exame clínico, bioquímica de sangue, hemograma, paratormônio, urina em 24h, urina em amostra única colhida com jejum, e exame parasitológico de fezes.Resultados: o valor máximo para a excreção de cálcio em urina em 24h foi 3,75mg/kg, em mg/dl do ritmo de filtração glomerular - RFG foi 0,10, e, para a relação cálcio/creatinina(mg/dl) na urina, em amostra única em jejum, foi de 0,25. Observou-se correlação positiva entre a excreção de cálcio em urina em 24h, e urina em amostra única em jejum (mg/dl e mg/dl do RFG). Os valores máximos para a excreção de ácido úrico em urina em 24h foram 600, 450 e 320mg e 13, 15 e 18 mg/kg para adolescentes, escolares e pré-escolares, respectivamente; em mg/dl do RFG em amostra única de urina foi 0,47. Observou-se correlação positiva para a excreção de ácido úrico em urina em 24h e urina em amostra única em jejum. Os valores médios para a excreção de citrato em urina em 24h foram 1...

‣ Relação entre ácido úrico e os componentes da síndrome metabólica e esteatose hepática não alcoólica em crianças e adolescentes com sobrepeso ou obesidade

Cardoso,Anajás S.; Gonzaga,Nathalia C.; Medeiros,Carla C. M.; Carvalho,Danielle F. de
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria Publicador: Sociedade Brasileira de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2013 Português
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69.280337%
OBJETIVO: Verificar a relação entre a concentração de ácido úrico sérico de acordo com a presença ou não de esteatose hepática não alcoólica e/ou síndrome metabólica (SM) em crianças e adolescentes com sobrepeso ou obesidade. MÉTODOS: Estudo transversal desenvolvido no período de abril/2009 a março/2010, incluindo 129 crianças e adolescentes atendidos no Centro de Obesidade Infantil. Foi realizada antropometria, aferição da pressão arterial, dosagem dos exames laboratoriais e o diagnóstico de esteatose hepática por exame ultrassonográfico. Para o diagnóstico de SM, foram utilizados os critérios da National Cholesterol Education Program/Adult Treatment Panel III adaptados para faixa etária. Para avaliação da associação do ácido úrico com os grupos, foi realizado o teste do Qui-quadrado ou Fisher, adotando-se o intervalo de confiança de 95%. Para comparação de médias, utilizou-se o ANOVA One Way. Para o ajuste das variáveis foi utilizada a regressão logística múltipla. Os dados foram processados no SPSS versão 17. RESULTADOS: Níveis elevados de ácido úrico associaram-se significativamente à adolescência, SM e pressão arterial sistólica. O maior quartil de ácido úrico apresentou valores médios significativamente mais elevados de índice de massa corpórea...

‣ Proteinúria e ácido úrico sérico maternos em pacientes com síndrome de HELLP

Cunha, Hilda Helena Souza
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
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69.10199%
Objetivo: Avaliar a associação dos níveis maternos de ácido úrico sérico (AU) e proteinúria e os dados clínicos e demográficos em gestações complicadas por síndrome de pré-eclâmpsia (SPE), com síndrome de HELLP.Métodos: Cento e sessenta e nove gestantes foram divididas em dois grupos: Grupo 1 - HELLP – gestantes com SPE complicada pela síndrome de HELLP (n=64); Grupo 2 – SPE – gestantes com SPE sem síndrome de HELLP (n=105).Resultados: Não ocorreram diferenças estatisticamente significativas quanto às variáveis idade, cor, paridade, via de parto e mortalidade perinatal entre os grupos. Pressão arterial sistólica, pressão arterial diastólica, índice proteinúria/creatininúria (P/C), ácido úrico, creatinina e complicações maternas apresentaram diferença estatisticamente significativa entre os dois grupos, sendo mais elevados e mais frequentes nas gestantes com síndrome de HELLP. Observou-se que os RN de gestantes com síndrome de HELLP foram mais prematuros, apresentaram menor peso ao nascimento e menor índice de APGAR.Conclusão: Ácido úrico igual ou maior do que 6,0 mg/dL e índice P/C igual ou maior do que 5 foram mais frequentes nas gestações com síndrome de HELLP, o que permite supor que maiores valores de ácido úrico e de proteinúria em gestantes com SPE aumentam a chance de desenvolvimento de síndrome de HELLP.; Objective: To evaluate the association of maternal serum uric acid (UA) and proteinuria with clinical and demographic data of pregnant women with preeclampsia syndrome (PES) complicated by HELLP syndrome.Methods: One hundred and nine pregnant women were divided into two groups: group 1 - HELLP – pregnant women with PES complicated by HELLP syndrome (n=64); group 2 – PES – pregnant women with PES but no HELLP syndrome (n=105).Results: Age...

‣ Desenvolvimento de metodologias analíticas usando FIA com detecção amperométrica : análise de dopamina, ácido ascórbico e ácido úrico

Gimenes, Denise Tofanello
Fonte: Universidade Federal de Uberlândia Publicador: Universidade Federal de Uberlândia
Tipo: Dissertação
Português
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68.80482%
No presente trabalho foi investigada uma metodologia simples, sensível e seletiva para a determinação de espécie analíticas de interesse farmacêutico e biológico. Os estudos foram direcionados para a determinação de dopamina (DA) na presença de altas concentrações de ácido ascórbico (AA), dopamina na presença de AA e ácido úrico (AU) e determinação simultânea de AA e AU usando Análise por Injeção em Fluxo (FIA) com detecção amperométrica de múltiplos pulsos (AMP) e carbono vítreo como eletrodo de trabalho (sem modificação química). Inicialmente, um estudo do comportamento eletroquímico das espécies analíticas foi avaliado em meio de H2SO4 0,20 mol L-1. A opção por este eletrólito se deve ao fato de que a cinética de reação entre a o-dopaminoquinona (o-DQ) e AA ser muito lenta nesta condição. Em seguida foram otimizados os potenciais de oxidação e redução para a determinação indireta de DA e AU em sistema FIA com detecção por AMP. Para a análise de dopamina na presença de altas concentrações de ácido ascórbico, os seguintes pulsos de potenciais em função do tempo foram utilizados: (a) +0,8V / 700 ms: oxidação simultânea de DA e AA; (b) +0,35V / 30 ms: determinação indireta de DA através da redução da o-DQ gerada no pulso de potencial anterior; (c) 0...

‣ Ácido úrico y pcr de pacientes en terapia de reemplazo renal crónico en la unidad renal del Hospital Militar Central; Ácido úrico y pcr de pacientes en terapia de reemplazo renal crónico en la unidad renal del Hospital Militar Central

Velásquez Merchan, Jenny Andrea; Castillo, Milena; Echeverri, Jorge
Fonte: Universidad Militar Nueva Granada; Facultad de Medicina; Medicina interna Publicador: Universidad Militar Nueva Granada; Facultad de Medicina; Medicina interna
Tipo: bachelorThesis; Trabajo de grado Formato: pdf; pdf
Português
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68.96967%
Los estudios epidemiológicos han sugerido el papel independiente de la hiperuricemia en aumentó de la mortalidad, la enfermedad cardiovascular ( ECV ), y enfermedad renal en la población general. Sin embargo, datos publicados sobre la ERC en hemodiálisis es limitada e inconsistente. La hiperuricemia es altamente prevalente en la ERC, lo que podría explicar la disminución de la excreción renal de ácido úrico en la disminución de la función renal y la asociación de la hiperuricemia con diversos factores de riesgo de ERC, como la hipertensión y la diabetes mellitus, en la ERC en hemodiálisis, no está claro si el acido úrico es meramente un marcador que refleja la integración de los Comorbilidades y el daño renal o un verdadero causante del riesgo y muerte.; Epidemiological studies have suggested the independent role of hyperuricemia in increased mortality, cardiovascular disease (CVD), and renal disease in the general population. However, published data on CKD on hemodialysis is limited and inconsistent. Hyperuricemia is highly prevalent in CKD, which could explain the decreased renal excretion of uric acid in the decline of renal function and the association of hyperuricemia with various CKD risk factors such as hypertension and diabetes mellitus in CKD on hemodialysis...

‣ Efectos del Monascus sobre albúmina, creatinina, urea y ácido úrico en conejos

Toledo de Oliveira,Tânia; Nagem,Tanus Jorge; Matos Lopes,Renato; Machado,Hussein; Jóia de Mello,Vanessa; Queiroga de Lima,Ednaldo; da Silva Martins,Eliene
Fonte: Acta bioquímica clínica latinoamericana Publicador: Acta bioquímica clínica latinoamericana
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2005 Português
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68.96967%
El presente trabajo tiene como objeto verificar la acción de tres dosis del colorante Monascus sobre el metabolismo de la albúmina, urea, creatinina y ácido úrico en conejos de ambos sexos. Se usaron conejos de la raza Nueva Zelanda, obtenidos del Departamento de Cunicultura de la Universidad Federal de Viçosa (Brasil) de unos 55 días de edad y que pesaban cerca de 1700 g al momento del experimento. Los animales fueron divididos por sexo constituyéndose cuatro grupos de cinco animales cada uno, que recibieron el colorante Monascus en las dosis de 24, 48 y 60 mg/kg. El grupo control recibió solamente ración alimenticia. Los animales recibieron, diariamente, durante 28 días, las cápsulas que contenían el colorante Monascus en las respectivas dosis. Se recogieron muestras de sangre en dos oportunidades: tiempo cero, cuando se pesaron los animales después del periodo de adaptación de siete días y al tiempo final después del día 28. El dosaje de albúmina, creatinina, urea y ácido úrico fue realizado en el equipo multiparamétrico de análisis bioquímico de bioMérieux (Alizé). Las diferentes dosis del colorante no provocaron cambios en los niveles de albúmina. Las variaciones en los niveles de creatinina fueron relativamente bajas...

‣ Niveles de ácido úrico sérico y riesgo de desarrollar preeclampsia

Corominas,Ana I; Balconi,Silvia M; Palermo,Mario; Maskin,Bernardo; Damiano,Alicia E
Fonte: Medicina (Buenos Aires) Publicador: Medicina (Buenos Aires)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2014 Português
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69.343286%
Si bien se conoce que existe una asociación entre los niveles elevados de ácido úrico y la preeclampsia, el debate sobre su aplicación clínica aún está abierto. Nuestro objetivo fue estudiar la utilidad del dosaje periódico del ácido úrico sérico durante el embarazo para identificar gestantes con mayor riesgo de desarrollar preeclampsia. Realizamos un estudio retrospectivo en gestantes primíparas: 79 normotensas y 79 con preeclampsia atendidas en el Hospital Nacional Posadas durante el año 2010. Se analizaron los niveles séricos de ácido úrico, creatinina y urea, y los datos de proteinuria de las historias clínicas de las mujeres embarazadas. Los niveles de ácido úrico fueron similares en ambos grupos durante la primera mitad de la gestación. Sin embargo, a partir de la semana 20, el ácido úrico se incrementó 1.5 veces en gestantes preeclámpticas, sin cambios en la uremia y creatininemia, descartándose así el compromiso renal. Además, encontramos que niveles más altos de ácido úrico se correlacionaban con bajo peso del recién nacido. También vimos que las gestantes con antecedentes familiares de hipertensión eran más propensas a desarrollar esta condición. Por otro lado, no observamos una relación directa ni con el sexo fetal ni con el tiempo de aparición de los síntomas clínicos. Estos hallazgos sugieren que los cambios en las concentraciones de ácido úrico se deberían a alteraciones en los estadios iniciales de la preeclampsia. Por ello...

‣ Perfil lipídico y ácido úrico en embarazadas hipertensas del Hospital Madariaga, Posadas, Misiones

López,Doriani Lorena; Castillo Rascón,María Susana; Bonneau,Graciela Alicia; Ywaskiewicz,Romina; Pedrozo,Williams Renee; Pereyra,Esteban
Fonte: Acta bioquímica clínica latinoamericana Publicador: Acta bioquímica clínica latinoamericana
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2010 Português
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69.10199%
Se evaluaron el perfil lipídico y el ácido úrico en embarazadas hipertensas que cursaban el tercer trimestre de gestación y que fueron atendidas de forma secuencial en el Servicio de Obstetricia del Hospital Madariaga (Posadas, Misiones), entre febrero y junio de 2009. Se estudiaron 31 embarazadas hipertensas y 58 embarazadas normotensas, ambos grupos con edades comprendidas entre 20-35 años e Índice de Masa Corporal entre 18,5 - 29,9 kg/m² antes de la gestación. Se registraron datos personales, ginecobstétricos y familiares. Se extrajo sangre venosa con 12 horas de ayuno para las determinaciones bioquímicas, las cuales fueron realizadas por métodos enzimáticos colorimétricos, con controles de calidad interno y externo. Las embarazadas hipertensas versus normotensas presentaron: triglicéridos (261±238 vs 196,8±90,6 mg/dL, p=0,01), col-VLDL (49,07±23,75 vs 39,52±16,19 mg/dL, p=0,04), triglicéridos/col-HDL (5,45±4,1 vs 3,57±1,77, p=0,031), ácido úrico (40,57±10,49 vs 55,64±20,26 mg/L, p<0,001), no encontrándose diferencias significativas para colesterol total, col- HDL, col no HDL, col-LDL y col Total/Col-HDL. Por análisis multivariado, el ácido úrico, el col-VLDL y los antecedentes familiares de hipertensión (AFHTA)...

‣ Ácido úrico y síndrome metabólico en una población masculina de pilotos de líneas aéreas

Medina Font,Juan; Alonso Rodríguez,César; Gutiérrez Ortega,Carlos; Montenegro Álvarez de Tejera,Pilar; Gómez de los Terreros Sánchez,Javier
Fonte: Medicina y Seguridad del Trabajo Publicador: Medicina y Seguridad del Trabajo
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/03/2012 Português
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69.39499%
Introducción: Ácido úrico sérico y Síndrome Metabólico, son factores que se relacionan fuertemente con enfermedades cardiovasculares. Objetivo: conocer la prevalencia de Síndrome Metabólico así como la concentración de Ácido úrico sérico en una población aeronáutica y determinar qué posibles relaciones muestran unos niveles normales y/o patológicos de Ácido úrico con respecto a la presencia o ausencia de Síndrome Metabólico. Material y métodos: Población de 790 pilotos de líneas aéreas, todos varones. Se siguió el criterio del National Cholesterol Education Program para el diagnóstico de Síndrome Metabólico, pero modificado, utilizándose en lugar de circunferencia cintura el índice de masa corporal. Resultados: El 25,4% de los pilotos presentaron valores elevados de Ácido Úrico. El 19,9% de los pilotos presentó Síndrome Metabólico. El riesgo de presentar Síndrome Metabólico por tener el Ácido úrico elevado frente al riesgo que presentaron los que tienen el Ácido úrico normal (razón de prevalencias) fue de 2,6 con un intervalo de confianza al 95% entre 2 y 3,4 y con una significación de p<0,001. Existe una asociación lineal positiva entre el aumento de la concentración de Ácido úrico y el número de factores diagnósticos positivos de Síndrome Metabólico (p<0...

‣ Asociación entre los niveles de ácido úrico sérico y la prevalencia de síndrome metabólico en pilotos de líneas aéreas

Medina Font,J.; Alonso Rodríguez,C.
Fonte: Sanidad Militar Publicador: Sanidad Militar
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/12/2012 Português
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68.96967%
Introducción: La elevación del ácido úrico sérico (AUS) y el síndrome metabólico (SM), son condiciones que se relacionan con la aparición de enfermedades cardiovasculares. Objetivo: Evaluar la prevalencia de SM así como la concentración de AUS en una población de pilotos de líneas aéreas, varones y determinar la relación entre las concentraciones de AUS con respecto a la presencia o ausencia de SM. Métodos: Población de 402 pilotos de líneas aéreas, todos varones. Para diagnóstico de SM se utilizó la definición establecida por la National Cholesterol Education Program (NCEP) Adult Treatment Panel III. Las concentraciones de AUS se consideraron elevadas por encima de 7 mg/dl. Resultados: El 18,7% de los pilotos tuvieron concentraciones elevadas de AUS y el 7,2% de los pilotos presentó SM. El riesgo de presentar SM por tener el AUS elevado frente al riesgo que presentaron los pilotos con AUS normal (razón de prevalencias) fue de 5,4 superior (intervalo de confianza al 95% entre 2,7 y 10,7 y con una significación de p<0,001). La concentración sérica de AU se encuentra incrementada en 1,1 mg/dl (IC95%: 0,7 a 1,5 mg/dl) en los individuos con SM (p<0,001) con respecto a los que no lo presentan. Conclusiones: Nuestros resultados demuestran que los pilotos con niveles de ácido úrico elevado presentan una prevalencia de SM 5...

‣ Hipouricemia y manejo renal del ácido úrico

Esparza Martín,N.; García Nieto,V.
Fonte: Nefrología (Madrid) Publicador: Nefrología (Madrid)
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/01/2011 Português
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68.96967%
La hipouricemia se diagnostica cuando los niveles plasmáticos de ácido úrico son menores o iguales a 2,0 mg/dl. El diagnóstico diferencial de la hipouricemia se realiza en función de la excreción fraccional de ácido úrico, y se han identificado varios transportadores y proteínas implicados en el manejo del ión urato en el túbulo proximal. En este artículo se revisan los conocimientos actuales sobre el manejo tubular renal del ácido úrico y las distintas situaciones clínicas asociadas con hipouricemia.

‣ LDL oxidada circulante y anticuerpos contra LDL oxidada según niveles de ácido úrico en mujeres con exceso de peso

Ruíz-Fernández,Nelina; Espinoza-Zavala,Milagros; González,Julio C.; Leal-Herrera,Ulises; Reigosa-Yaniz,Aldo
Fonte: Elsevier Publicador: Elsevier
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2011 Português
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69.43822%
Objetivo: Establecer si el aumento de ácido úrico sérico se asocia a niveles más elevados de LDL oxidada (LDLox), anticuerpos contra LDLox (anti LDLox) e índices de oxidación de la LDL, en mujeres con exceso de peso. Método: Estudio transversal que incluyó 114 mujeres con índice de masa corporal > 25 kg/m². Se determinó peso, talla, circunferencia abdominal, presión arterial, glicemia, ácido úrico, perfil lipídico, creatinina, apolipoproteína B (ApoB), LDLox, anti LDLox e insulina. Se estimó resistencia a la insulina mediante HOMA. Se calcularon índice de masa corporal, ApoB asociada a LDL, índices de oxidación de la LDL y terciles de ácido úrico. Se diagnosticó síndrome metabólico según criterios del NCEP/ATP III. Resultados: De las mujeres estudiadas, 51.8% mostró sobrepeso y el resto fueron obesas; 66.7% presentó síndrome metabólico. En el grupo con sobrepeso y en el grupo total de mujeres, sólo el índice LDLox/HDLc fue significativamente mayor en el último tercil de ácido úrico. Las concentraciones séricas de LDLox y los índices LDLox/colesterol total, LDLox/HDLc, LDLox/ApoB y LDLox/ApoB asociada a LDL fueron significativamente mayores entre las obesas ubicadas en el tercil más elevado de ácido úrico. Las concentraciones de anti LDLox y el índice LDLox/Anti LDLox no se relacionaron con ácido úrico. Los niveles séricos de ácido úrico y ApoB predijeron la elevación de la LDLox. Conclusión: El aumento del ácido úrico sérico se asoció con mayor oxidación de la LDL entre mujeres obesas...

‣ Niveles de ácido úrico en la altura y a nivel del mar

Villaran,Ralph; Quiroz,José; Adrianzen,Elizabeth; Perez,Luis; Saldias,José; Mendoza,José; Monge,Carlos
Fonte: Revista Medica Herediana Publicador: Revista Medica Herediana
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2000 Português
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69.343286%
Objetivo: Determinar el efecto de la altura sobre los niveles de ácido úrico, en residentes de áreas de moderada altitud. Materiales y Métodos: Se estudiaron seiscientos varones adultos, residentes permanentes que pasaron su examen médico anual en los Hospitales de Toquepala e Ilo (3100 m.s.n.m. y 10 m.s.n.m. respectivamente), de los cuales se incluyeron en el análisis a 478 (235 en Toquepala y 243 en Ilo) sin historia previa de enfermedad o consumo de fármacos que pudieran alterar los niveles de ácido úrico. En todos ellos se resgistraron: edad, peso, talla, índice de masa corporal (IMC), presión arterial sistólica (PAS), presión arterial diastólica (PAD), hematocrito, ácido úrico y creatinina, evaluándose también el consumo de carne y pescado. Resultados: Los valores medios de ácido úrico en las poblaciones de Toquepala e Ilo fueron de 5.91 mg/dl y de 5.86 mg/dl, con una prevalencia de hiperuricemia de 13.62 % y 18.93 % respectivamente, no habiendo diferencia estadísticamente significativa entre ambas poblaciones. Asimismo se encontró correlación significativa entre los niveles de ácido úrico y el peso, IMC y PAD para ambas poblaciones, encontrándose además correlación con los niveles de creatinina para la población de Toquepala. En el análisis de regresión múltiple...

‣ Acido úrico, aterosclerosis y calcificaciones vasculares en enfermedad renal crónica

D’Marco,Luis; García,Irene; Vega,Claudia
Fonte: Universidad del Zulia Publicador: Universidad del Zulia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2012 Português
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Estudios clínicos y epidemiológicos han demostrado que la enfermedad cardiovascular está relacionada con un aumento en la tasa de mortalidad en los pacientes con enfermedad renal crónica (ERC). Las complicaciones vasculares son principalmente secundarias a calcificaciones y ateroesclerosis. En los últimos años se ha renovado el interés por la asociación entre niveles de ácido úrico y riesgo cardiovascular. El objetivo de esta investigación fue relacionar la presencia de calcificaciones vasculares (CV) y aterosclerosis, evaluadas mediante ecografía carotídea, con niveles de ácido úrico en pacientes con ERC estadio 5 en diálisis. Se observaron CV en 56% de los pacientes; 46% tuvo criterios ecográficos para aterosclerosis con un promedio general de 0,89 mm (DE: ± 0,28), siendo mayor en los pacientes con hipertensión arterial y diabetes mellitus; este grupo también mostró mayor predisposición para CV (p= 0,01). Los niveles de urea (141,3 mg/dL) (p= 0,01) y ácido úrico (6,9 mg/dL) (p= 0,04) mostraron asociación estadísticamente significativa con la presencia de CV. Los eventos cardiovasculares adversos predominaron en los pacientes con aterosclerosis y CV (p= 0,01). Esta investigación demostró que un incremento en los niveles de ácido úrico por encima de 6 mg/L está relacionado con mayor riesgo de presentar calcificaciones y eventos cardiovasculares adversos en pacientes con ERC.

‣ Ácido úrico como indicador pronóstico de severidad de la excreción urinaria de proteínas en 24 horas

Reyna-Villasmil,Eduardo; Torres-Cepeda,Duly; Peña-Paredes,Elvia; Mejia- Montilla,Jorly; Reyna-Villasmil,Nadia; González-Rodríguez,Peggy
Fonte: ATEPROCA Publicador: ATEPROCA
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2008 Português
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Objetivo: Establecer el papel de las concentraciones de ácido úrico como indicador pronóstico de la severidad de la excreción urinaria de proteínas en 24 horas. Método: Se seleccionaron pacientes con diagnóstico de preeclampsia en las que se pudo determinar las concentraciones de ácido úrico y la excreción urinaria de proteínas en 24 horas. Las muestras de sangre se recolectaron en todas las pacientes antes del parto e inmediatamente después del diagnóstico. Ambiente: Hospital Central “Dr. Urquinaona”. Maracaibo, Estado Zulia. Resultados: El valor promedio de excreción urinaria de proteínas fue de 4,1 ± 2,0 gramos en 24 horas y de ácido úrico de 7,2 ± 1,6 mg/dL. Los valores de excreción urinaria de proteínas y ácido úrico mostraron una correlación moderada, positiva y significativa (r = 0,518; P < 0,001). Utilizando un valor de 7 m g/dL para dividir a las pacientes en dos grupos, se observó una diferencia estadísticamente significativa en las concentraciones de excreción urinaria de proteínas en 24 horas (P < 0,05). También se observaron diferencias estadísticamente significativas en la edad gestacional al momento del parto, índice de masa corporal, presión arterial sistólica y diastólica (P < 0...