Página 16 dos resultados de 1404 itens digitais encontrados em 0.007 segundos

‣ A mortalidade na infância no Município de Franca-SP nos anos de 1968/70 e 2002; Child Mortality in Franca-SP in the years of 1968-70 and 2002

Vianna, Jacqueline Rodrigues de Freitas
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 28/04/2004 Português
Relevância na Pesquisa
48.274023%
A saúde das crianças menores de 5 anos é um dos problemas mais críticos que se enfrenta na Região das Américas. A mortalidade na infância é ainda um grande desafio para a maioria das regiões do nosso País. Este estudo tem como objetivo analisar a mortalidade na infância no município de Franca no ano de 2002,comparando-a com os dados obtidos no município na Investigação de 1968/70. Foram estudados 76 óbitos de crianças menores de 5 anos, ocorridos no município de Franca no período de 1 de janeiro a 31 de dezembro de 2002, residentes na zona urbana, excluindo os óbitos ocorridos fora do município ou do Estado, utilizando as informações das declarações de óbito, do Sistema de Informação de Mortalidade, do Sistema de Informação de Nascimentos da Vigilância Epidemiológica, e do Comitê de Mortalidade Infantil, da Secretaria Municipal de Saúde de Franca e dos inquéritos domiciliares. As variáveis estudadas foram idade, sexo, causas básicas e associadas de óbito, peso ao nascer, tipo de parto, fatores biológicos associados como (idade materna, duração da gestação e tipo de gestação), assistência médica, necropsias, local de ocorrência da morte e alguns fatores sócio-econômicos como, grau de instrução e ocupação da mãe. O processamento dos dados foi efetuado pelo programa Epi-info 6 e planilha Excel 2000. As análises foram feitas através da distribuição dos óbitos segundo as diferentes variáveis e dos coeficientes dos óbitos por idade...

‣ Evolução da mortalidade infantil e perinatal no municipio de Campinas/SP no periodo de 1970 a 1995

Marcia Araujo Barreto
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 30/10/1998 Português
Relevância na Pesquisa
48.179424%
OBJETIVO: Estudar a qualidade da informação e descrever a evolução da Mortalidade Infantil (MI) e Perinatal e de seus componentes no município de CampinasjSP jBrasil de janeiro de 1970 a dezembro de 1995. POPULACÃO: Dados secundários relativos a crianças falecidas com menos de um ano de idade, distribuídas por grupos etários (menores de um dia, de um a seis dias, de 7 a 27 dias e de 28 a 364 dias) residentes neste município no ano de sua morte e fetos de mães residentes neste mesmo município e no ano de sua morte, ambas ocorridas neste ou em outros municípios. METODOLOGIA: Trata-se de um estudo descritivo longitudinal de base populacional (estudo de tendência) podendo ser considerado um estudo ecológico de comparação de séries cronológicas. Iniciando pela análise da qualidade das informações, são discutidos aspectos que abrangem desde os documentos (Declaração de Óbito e Declaração de Nascimento) utilizados em sua geração, até as limitações da base de dados, passando pelas defmições e critérios empregados. Segue a apresentação da evolução temporal da Mortalidade Infantil e Perinatal de Campinas comparadas com outros locais de diferentes abrangências (países, regiões, capitais e municípios). Os dados não foram padronizados para as comparações...

‣ Desigualdade social em saúde

Ângelo, Márcio Vieira
Fonte: Florianópolis, SC Publicador: Florianópolis, SC
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: vi, 83 f.| tabs., grafs., il.
Português
Relevância na Pesquisa
48.229307%
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina. Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública; Esta dissertação objetivou analisar relações entre a distribuição geográfica da mortalidade infantil em SC e contexto socioeconômico. Especificamente estimou a magnitude da desigualdade microrregional da mortalidade infantil e sua correlação com fatores socioeconômicos, estruturais e de condições de vida; analisou evidências de uma relação ecológica entre a mortalidade infantil e tais fatores e determinou os melhores preditores da distribuição da mortalidade infantil. Utilizou desenho ecológico analítico de grupos múltiplos, abrangendo a população residente no período 1991-96. Utilizou dados demográficos, socioeconômicos e vitais de bancos de dados da Fundação IBGE, Ministério da Saúde, Secretaria da Saúde de SC e IPEA. Mostrou existir desigualdade regional na distribuição da mortalidade infantil, refletindo diferenças relacionadas às condições básicas de vida determinadas por diferentes contextos socioeconômicos. O tamanho da propriedade rural e a exploração da madeira e reflorestamento mostraram-se fortemente correlacionados com tal mortalidade, especialmente a tardia, sugerindo relação entre condições básicas de vida e conformação histórica regional determinante de elementos estruturais que além de gerar contextos socialmente desfavoráveis também impedem sua superação

‣ Mortalidade infantil no Rio de Janeiro Brasil: ??reas de risco e trajet??ria dos pacientes at?? os servi??os de sa??de

Campos, Tatiana P.; Carvalho, Marilia S??; Barcellos, Christovam de Castro
Fonte: Organizaci??n Panamericana de la Salud Publicador: Organizaci??n Panamericana de la Salud
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
Relevância na Pesquisa
48.373813%
1 Tatiana P. Campos, 2 Marilia S?? Carvalho e 3 Christovam C. Barcellos 1 Secretaria Municipal de Sa??de, Coordena????o AP4, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. 2 Funda????o Oswaldo Cruz, Escola Nacional de Sa??de P??blica, Departamento de Epidemiologia e M??todos Quantitativos em Sa??de. Correspond??ncia e pedidos de separatas devem ser enviados a esta autora no seguinte endere??o: Escola Nacional de Sa??de P??blica, Rua Leopoldo Bulh??es 1480, Manguinhos, CEP 21041-210, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. E-mail: marilia@procc.fiocruz.br 3 Funda????o Oswaldo Cruz, Centro de Informa????o Cient??fica e Tecnol??gica, Departamento de Informa????es em Sa??de.; A taxa de mortalidade infantil ?? considerada s??ntese da qualidade de vida e do n??vel de desenvolvimento de uma popula????o. Entretanto, essa taxa ?? muito sens??vel a a????es simples, como terapia de reidrata????o oral, vacina????o e revers??o do desmame precoce, cuja cobertura tem sido ampliada. Assim, a taxa de mortalidade infantil pode n??o estar mais refletindo o modelo de desenvolvimento. Buscando um aprofundamento da discuss??o sobre a mortalidade infantil, o presente estudo analisou os 153 bairros do Munic??pio do Rio de Janeiro (RJ), Brasil. Nosso objetivo foi localizar ??reas de risco e grupos priorit??rios de interven????o que visam diminuir a mortalidade infantil no munic??pio...

‣ Mortalidade infantil e acesso geogr??fico ao parto nos munic??pios brasileiros; Infant mortality and geographic access to childbirth in Brazilian municipalities; Mortalidad infantil y acceso geogr??fico al parto en los municipios brasile??os

Almeida, Wanessa da Silva de; Szwarcwald, Celia Landmann
Fonte: Faculdade de Sa??de P??blica da Universidade de S??o Paulo Publicador: Faculdade de Sa??de P??blica da Universidade de S??o Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
Relevância na Pesquisa
48.13623%
OBJETIVO: Analisar o acesso geogr??fico ao parto hospitalar nos munic??pios brasileiros. M??TODOS: Foram analisadas informa????es de ??bitos e nascimentos quanto ?? sua adequa????o para o c??lculo do coeficiente de mortalidade infantil no per??odo de 2005 a 2007 para os 5.564 munic??pios brasileiros. O acesso geogr??fico foi expresso por indicadores de deslocamento, oferta e acesso aos servi??os de sa??de. A associa????o entre o acesso geogr??fico ao parto e o coeficiente de mortalidade infantil em munic??pios com adequa????o de suas informa????es vitais foi avaliada por meio de regress??o m??ltipla. RESULTADOS: Dentre os munic??pios analisados, 56% apresentaram adequa????o das informa????es vitais, correspondendo a 72% da popula????o brasileira. O deslocamento geogr??fico ao parto mostrou-se inversamente associado ao porte populacional, ?? renda per capita, e ?? mortalidade infantil, mesmo controlado por fatores demogr??ficos e socioecon??micos. CONCLUS??ES: Embora tenham sido desenvolvidas estrat??gias importantes para a melhoria da qualidade do atendimento ??s gestantes no Brasil, as a????es para garantir o acesso igualit??rio ?? assist??ncia ao parto ainda s??o insuficientes. O maior deslocamento intermunicipal para o parto se mostrou como um fator de risco para a mortalidade infantil...

‣ Correção de informações vitais: estimação da mortalidade infantil, Brasil, 2000-2009

Frias,Paulo Germano de; Szwarcwald,Célia Landmann; Souza Junior,Paulo Roberto Borges de; Almeida, Wanessa da Silva de; Lira,Pedro Israel Cabral
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
Relevância na Pesquisa
48.235996%
OBJETIVO : Propor método simplificado para corrigir informações vitais e estimar o coeficiente de mortalidade infantil no Brasil. MÉTODOS : A correção dos dados vitais dos sistemas de informação sobre mortalidade e nascidos vivos foi obtida por meio de fatores de correção, estimados com base em eventos não informados ao Ministério da Saúde e captados por pesquisa de busca ativa. O método simplificado de correção das informações vitais, de 2000-2009 para o Brasil e unidades da federação, estabelece o nível de adequação das informações de óbitos e nascidos vivos, pelo cálculo do coeficiente geral de mortalidade padronizado por idade e da razão entre os nascidos vivos, informados e esperados, respectivamente, em cada município brasileiro. A partir da aplicação dos fatores de correção ao número de óbitos e nascidos vivos, informados em cada município, as estatísticas vitais foram corrigidas, possibilitando estimar o coeficiente de mortalidade infantil. RESULTADOS : Os maiores fatores de correção foram referentes aos óbitos infantis que atingiram valores maiores do que 7 para municípios com grande precariedade de informações de mortalidade. Os fatores de correção apresentaram gradiente decrescente à medida que melhoraram os indicadores de adequação das informações vitais para óbitos e nascidos vivos. As informações vitais corrigidas pelo método simplificado por unidade da federação...

‣ Correção de informações vitais: estimação da mortalidade infantil, Brasil, 2000-2009

Frias, Paulo Germano de; Szwarcwald, Célia Landmann; Souza Junior, Paulo Roberto Borges de; Almeida, Wanessa da Silva de; Lira, Pedro Israel Cabral
Fonte: Universidade de São Paulo Publicador: Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
Relevância na Pesquisa
48.235996%
OBJETIVO: Propor método simplificado para corrigir informações vitais e estimar o coeficiente de mortalidade infantil no Brasil. MÉTODOS: A correção dos dados vitais dos sistemas de informação sobre mortalidade e nascidos vivos foi obtida por meio de fatores de correção, estimados com base em eventos não informados ao Ministério da Saúde e captados por pesquisa de busca ativa. O método simplificado de correção das informações vitais, de 2000-2009 para o Brasil e unidades da federação, estabelece o nível de adequação das informações de óbitos e nascidos vivos, pelo cálculo do coeficiente geral de mortalidade padronizado por idade e da razão entre os nascidos vivos, informados e esperados, respectivamente, em cada município brasileiro. A partir da aplicação dos fatores de correção ao número de óbitos e nascidos vivos, informados em cada município, as estatísticas vitais foram corrigidas, possibilitando estimar o coeficiente de mortalidade infantil. RESULTADOS: Os maiores fatores de correção foram referentes aos óbitos infantis que atingiram valores maiores do que 7 para municípios com grande precariedade de informações de mortalidade. Os fatores de correção apresentaram gradiente decrescente à medida que melhoraram os indicadores de adequação das informações vitais para óbitos e nascidos vivos. As informações vitais corrigidas pelo método simplificado por unidade da federação...

‣ Mortalidade infantil no município de São Paulo: análise do seu comportamento nos últimos 15 anos

Milanesi,Maria Lucila; Laurenti,Ruy
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/1967 Português
Relevância na Pesquisa
48.179424%
A queda verificada na mortalidade infantil na Município da Capital desde 1950 foi devida exclusivamente à mortalidade infantil tardia, tendo a mortalidade neo-natal sofrido apenas ligeiras oscilações. Do valor mínimo de 60,2 por 1.000 alcançado em 1961 passou-se a 73,0 por 1.000 em 1966. Êste aumento, até 1964, foi devido tanto a um aumento na mortalidade neo-natal (10,6% em relação ao valor de 1961) como a um aumento na mortalidade infantil tardia (13,2% em relação ao valor de 1961). Procurando verificar quais as causas responsáveis por êste curso desfavorável da mortalidade infantil nos últimos anos, os autores chegaram à conclusão que apenas as doenças infecciosas e parasitárias não tiveram seu coeficiente aumentado neste período, tendo as demais causas sofrido um aumento que variou de 2,5% a 87,5% em relação ao ano de 1961.

‣ Situação de saúde da criança em área da região sul do Brasil, 1980-1992: tendências temporais e distribuição espacial

Victora,Cesar G.; Grassi,Paulo Recena; Schmidt,Angela Maria
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/1994 Português
Relevância na Pesquisa
48.189233%
Embora as estatísticas vitais sejam de fundamental importância para o planejamento e avaliação das ações de saúde, são poucos os Estados brasileiros que dispõem de sistema de registro com cobertura e agilidade suficiente para atingir estas metas. Objetivou, portanto, analisar os dados gerados no Rio Grande do Sul, Brasil, para descrever tendências temporais e distribuição espacial de indicadores de saúde infantil, incluindo os coeficientes de mortalidade infantil e de mortalidade proporcional de menores de um ano, prevalência de baixo peso ao nascer, e cobertura vacinal. Entre 1980 e 1992, observaram-se reduções marcantes na mortalidade infantil (de 39,0 para 19,3 por mil) e na mortalidade proporcional de menores de um ano (de 13,9% para 5,9%). A prevalência de baixo peso ao nascer mostrou-se estável entre 8 e 10%, tendo mesmo sido observado discreto aumento até 1991. A cobertura de vacina tríplice oscilou marcadamente de ano a ano, entre 79% e 99%. Houve forte correlação, ao nível de Delegacias Regionais de Saúde, entre mortalidade infantil e baixo peso ao nascer. Os 4 indicadores estudados foram combinados de forma a construir um escore para identificar as Delegacias de Saúde com maiores necessidades de intervenções sanitárias. A região sul do Estado...

‣ Coorte de nascimentos de Pelotas, 2004: metodologia e descrição

Barros,Aluísio J D; Santos,Iná da Silva dos; Victora,Cesar G; Albernaz,Elaine P; Domingues,Marlos R; Timm,Iândora K; Matijasevich,Alicia; Bertoldi,Andréa D; Barros,Fernando C
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2006 Português
Relevância na Pesquisa
48.13623%
OBJETIVO: Descrever uma coorte de nascimentos que teve início em 2004, para avaliar condições pré e perinatais dos recém-nascidos, morbi-mortalidade infantil, características e desfechos do início da vida e acesso, utilização e financiamento da atenção à saúde. MÉTODOS: Todas as crianças nascidas na zona urbana dos municípios de Pelotas e Capão do Leão (bairro Jardim América), no ano de 2004, foram identificadas e suas mães convidadas a fazer parte do estudo. No seu primeiro ano foram realizadas visitas às mães por ocasião do nascimento das crianças, aos três e aos 12 meses de idade. Nessas visitas um questionário foi aplicado às mães, com perguntas sobre saúde; hábitos de vida; utilização de serviços de saúde; situação socioeconômica; estimativa de idade gestacional; medidas antropométricas do recém-nascido (peso, comprimento, perímetros cefálico, torácico e abdominal); medidas antropométricas da mãe (peso e altura) e avaliação de desenvolvimento infantil. RESULTADOS: Do total de crianças elegíveis (4.558), mais de 99% foram recrutadas para o estudo logo após o nascimento. A taxa de seguimento foi de 96% aos três meses e de 94% aos 12 meses. Dentre os resultados iniciais destacaram-se: a taxa de mortalidade infantil de 19...

‣ Natalidade e Mortalidade Infantil em Portugal: optimismo e realismo

Videira Amaral, João M
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pediatria Publicador: Sociedade Portuguesa de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em 12/05/2012 Português
Relevância na Pesquisa
48.229307%
No final de 2011 surgiram números publicados pela Direcção Geral da Saúde sobre natalidade e mortalidade em Portugal no âmbito da Saúde Infantil. Trata-se do documento intitulado Natalidade, Mortalidade Infantil, Fetal e Perinatal -2006-2010.1 Sempre achámos de interesse analisar o que se relaciona com questões demográficas em ligação a indicadores de saúde pelas suas implicações em termos de planeamento e de avaliação de resultados. Por outro lado, criara-se na nossa mente uma certa expectativa – pois os números tardavam em aparecer - tendo em conta a evolução da mortalidade infantil nos últimos anos, oscilante em dígitos decimais: números muito baixos, mas subida entre 2008-2009, respectivamente de 3,2 para 3,6.2 Lido e analisado o documento em tempo de notícias deprimentes (tendo como pano de fundo finanças e economia em baixa, cortes orçamentais e recessão), entendemos que os números, animadores no que se refere à mortalidade infantil e perinatal, traduzem progresso. Tal progresso, com múltiplas determinantes que não cabe aqui discutir, é seguramente o fruto do grande empenho e da competência de todos os profissionais que protagonizam o sistema de saúde vigente no nosso País com os recursos disponíveis. Concretizando...

‣ Desigualdades em saúde: condições de vida e mortalidade infantil em região do nordeste do Brasil; Inequalities in health: living conditions and infant mortality in Northeastern Brazil

Carvalho, Renata Alves da Silva; Santos, Victor Santana; Melo, Cláudia Moura de; Gurgel, Ricardo Queiroz; Oliveira, Cristiane Costa da Cunha
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 01/01/2015 Português
Relevância na Pesquisa
48.32026%
OBJETIVO Analisar a variação da mortalidade infantil por condição de vida no meio urbano. MÉTODOS Estudo ecológico realizado com dados de óbitos registrados de menores de um ano, residentes em Aracaju, SE, Nordeste do Brasil, de 2001 a 2010. As desigualdades na mortalidade infantil foram avaliadas pela distribuição espacial do Índice de Condições de Vida estabelecido para os bairros, classificados em quatro estratos. Foram comparadas as taxas de mortalidade infantil médias de 2001 a 2005 e 2006 a 2010 pelo teste t Student. RESULTADOS A taxa de mortalidade infantil média declinou de 25,3 de 2001 a 2005 para 17,7 óbitos/1.000 nascidos vivos, de 2006 a 2010. Apesar da queda nas taxas em todos os estratos na década, a desigualdade no risco de morte infantil aumentou nos bairros com piores condições de vida em relação àqueles de melhores condições. CONCLUSÕES A mortalidade infantil em Aracaju apresentou declínio, mas com importante assimetria entre os bairros. A averiguação sob a ótica das condições de vida pode justificar as diferenças no risco de óbito infantil no espaço urbano, destacando as desigualdades em saúde na mortalidade infantil como fenômeno multidimensional.; OBJECTIVE To analyze the variation of infant mortality as per condition of life in the urban setting. METHODS Ecological study performed with data regarding registered deaths of children under the age of one who resided in Aracaju...

‣ Análise por dados em painel do status de saúde no Nordeste Brasileiro; Análisis por datos de panel del estatus de salud en el Noreste Brasilero; Panel data analysis of health status in Northeast Brazil

Sousa, Tanara Rosângela Vieira; Leite Filho, Paulo Amilton Maia
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/10/2008 Português
Relevância na Pesquisa
48.20346%
OBJETIVO: Analisar fatores determinantes do status de saúde em cada estado da Região Nordeste do Brasil. MÉTODOS: Estudo utilizando a metodologia de dados em painel, com informações agregadas para municípios. Os dados compreendem os anos de 1991 e 2000, e foram obtidos no Atlas do Desenvolvimento Humano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, e Secretaria do Tesouro Nacional. Utilizou-se como indicador do status de saúde, a taxa de mortalidade infantil, e como determinantes as variáveis: gastos com saúde e saneamento per capita, números de médicos por mil habitantes, acesso à água tratada, taxa de fecundidade e de analfabetismo, percentual de mães adolescentes, renda per capita e índice de Gini. RESULTADOS: As taxas de mortalidade infantil na região Nordeste reduziram-se em 31,8% no período analisado, desempenho pouco superior ao apresentado para a média nacional. No entanto, em alguns estados, como Rio Grande do Norte, Bahia, Ceará e Alagoas, a redução foi mais significativa. Isso pode ser atribuído à melhora de alguns indicadores que são os principais determinantes da redução da taxa de mortalidade infantil: maior acesso à educação, redução da taxa de fecundidade, aumento da renda, e do acesso à água. CONCLUSÕES: Os estados que apresentaram maiores ganhos no acesso à água tratada...

‣ Coorte de nascimentos de Pelotas, 2004: metodologia e descrição; The 2004 Pelotas birth cohort: methods and description

Barros, Aluísio J D; Santos, Iná da Silva dos; Victora, Cesar G; Albernaz, Elaine P; Domingues, Marlos R; Timm, Iândora K; Matijasevich, Alicia; Bertoldi, Andréa D; Barros, Fernando C
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 01/06/2006 Português
Relevância na Pesquisa
48.13623%
OBJETIVO: Descrever uma coorte de nascimentos que teve início em 2004, para avaliar condições pré e perinatais dos recém-nascidos, morbi-mortalidade infantil, características e desfechos do início da vida e acesso, utilização e financiamento da atenção à saúde. MÉTODOS: Todas as crianças nascidas na zona urbana dos municípios de Pelotas e Capão do Leão (bairro Jardim América), no ano de 2004, foram identificadas e suas mães convidadas a fazer parte do estudo. No seu primeiro ano foram realizadas visitas às mães por ocasião do nascimento das crianças, aos três e aos 12 meses de idade. Nessas visitas um questionário foi aplicado às mães, com perguntas sobre saúde; hábitos de vida; utilização de serviços de saúde; situação socioeconômica; estimativa de idade gestacional; medidas antropométricas do recém-nascido (peso, comprimento, perímetros cefálico, torácico e abdominal); medidas antropométricas da mãe (peso e altura) e avaliação de desenvolvimento infantil. RESULTADOS: Do total de crianças elegíveis (4.558), mais de 99% foram recrutadas para o estudo logo após o nascimento. A taxa de seguimento foi de 96% aos três meses e de 94% aos 12 meses. Dentre os resultados iniciais destacaram-se: a taxa de mortalidade infantil de 19...

‣ Mortalidade infantil no município de São Paulo: análise do seu comportamento nos últimos 15 anos

Milanesi, Maria Lucila; Laurenti, Ruy
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf
Publicado em 01/06/1967 Português
Relevância na Pesquisa
48.179424%
A queda verificada na mortalidade infantil na Município da Capital desde 1950 foi devida exclusivamente à mortalidade infantil tardia, tendo a mortalidade neo-natal sofrido apenas ligeiras oscilações. Do valor mínimo de 60,2 por 1.000 alcançado em 1961 passou-se a 73,0 por 1.000 em 1966. Êste aumento, até 1964, foi devido tanto a um aumento na mortalidade neo-natal (10,6% em relação ao valor de 1961) como a um aumento na mortalidade infantil tardia (13,2% em relação ao valor de 1961). Procurando verificar quais as causas responsáveis por êste curso desfavorável da mortalidade infantil nos últimos anos, os autores chegaram à conclusão que apenas as doenças infecciosas e parasitárias não tiveram seu coeficiente aumentado neste período, tendo as demais causas sofrido um aumento que variou de 2,5% a 87,5% em relação ao ano de 1961.; The decline observed in the infant mortality in the county of São Paulo since 1950 was due exclusively to the late infant mortality since the neo-natal mortality underwent slight oscillations. From the lowest value of 60,2 per 1000 reached in 1961 it became 73,0 per 1000 in 1966. This increase until 1964 was due not only to a increase in the neo-natal mortality (10,6% related to the 1961 value) but also in a increase in the late infant mortality (13...

‣ Situação de saúde da criança em área da região sul do Brasil, 1980-1992: tendências temporais e distribuição espacial; The health situation of children in area of southern Brazil, 1980-1992: tendencies over time and geographical distribution

Victora, Cesar G.; Grassi, Paulo Recena; Schmidt, Angela Maria
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/12/1994 Português
Relevância na Pesquisa
48.189233%
Embora as estatísticas vitais sejam de fundamental importância para o planejamento e avaliação das ações de saúde, são poucos os Estados brasileiros que dispõem de sistema de registro com cobertura e agilidade suficiente para atingir estas metas. Objetivou, portanto, analisar os dados gerados no Rio Grande do Sul, Brasil, para descrever tendências temporais e distribuição espacial de indicadores de saúde infantil, incluindo os coeficientes de mortalidade infantil e de mortalidade proporcional de menores de um ano, prevalência de baixo peso ao nascer, e cobertura vacinal. Entre 1980 e 1992, observaram-se reduções marcantes na mortalidade infantil (de 39,0 para 19,3 por mil) e na mortalidade proporcional de menores de um ano (de 13,9% para 5,9%). A prevalência de baixo peso ao nascer mostrou-se estável entre 8 e 10%, tendo mesmo sido observado discreto aumento até 1991. A cobertura de vacina tríplice oscilou marcadamente de ano a ano, entre 79% e 99%. Houve forte correlação, ao nível de Delegacias Regionais de Saúde, entre mortalidade infantil e baixo peso ao nascer. Os 4 indicadores estudados foram combinados de forma a construir um escore para identificar as Delegacias de Saúde com maiores necessidades de intervenções sanitárias. A região sul do Estado...

‣ Coorte de nascimentos de Pelotas, 2004: metodologia e descrição

Barros,Aluísio J D; Santos,Iná da Silva dos; Victora,Cesar G; Albernaz,Elaine P; Domingues,Marlos R; Timm,Iândora K; Matijasevich,Alicia; Bertoldi,Andréa D; Barros,Fernando C
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2006 Português
Relevância na Pesquisa
48.13623%
OBJETIVO: Descrever uma coorte de nascimentos que teve início em 2004, para avaliar condições pré e perinatais dos recém-nascidos, morbi-mortalidade infantil, características e desfechos do início da vida e acesso, utilização e financiamento da atenção à saúde. MÉTODOS: Todas as crianças nascidas na zona urbana dos municípios de Pelotas e Capão do Leão (bairro Jardim América), no ano de 2004, foram identificadas e suas mães convidadas a fazer parte do estudo. No seu primeiro ano foram realizadas visitas às mães por ocasião do nascimento das crianças, aos três e aos 12 meses de idade. Nessas visitas um questionário foi aplicado às mães, com perguntas sobre saúde; hábitos de vida; utilização de serviços de saúde; situação socioeconômica; estimativa de idade gestacional; medidas antropométricas do recém-nascido (peso, comprimento, perímetros cefálico, torácico e abdominal); medidas antropométricas da mãe (peso e altura) e avaliação de desenvolvimento infantil. RESULTADOS: Do total de crianças elegíveis (4.558), mais de 99% foram recrutadas para o estudo logo após o nascimento. A taxa de seguimento foi de 96% aos três meses e de 94% aos 12 meses. Dentre os resultados iniciais destacaram-se: a taxa de mortalidade infantil de 19...

‣ Mortalidade infantil no Rio de Janeiro, Brasil: áreas de risco e trajetória dos pacientes até os serviços de saúde

Campos,Tatiana P.; Carvalho,Marilia Sá; Barcellos,Christovam C.
Fonte: Organización Panamericana de la Salud Publicador: Organización Panamericana de la Salud
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2000 Português
Relevância na Pesquisa
48.373813%
A taxa de mortalidade infantil é considerada síntese da qualidade de vida e do nível de desenvolvimento de uma população. Entretanto, essa taxa é muito sensível a ações simples, como terapia de reidratação oral, vacinação e reversão do desmame precoce, cuja cobertura tem sido ampliada. Assim, a taxa de mortalidade infantil pode não estar mais refletindo o modelo de desenvolvimento. Buscando um aprofundamento da discussão sobre a mortalidade infantil, o presente estudo analisou os 153 bairros do Município do Rio de Janeiro (RJ), Brasil. Nosso objetivo foi localizar áreas de risco e grupos prioritários de intervenção que visam diminuir a mortalidade infantil no município, abordando separadamente a mortalidade neonatal e pós-neonatal segundo os bairros. Além disso, foram identificados os fluxos entre o local de residência da criança e o local de óbito, relacionando-os à classificação socioeconômica dos bairros. A baixa freqüência de nascimentos em alguns bairros impediu a caracterização de áreas com risco de mortalidade estatisticamente significativo em relação à media do município. Cerca de um terço das mortes foram consideradas redutíveis mediante práticas adequadas de diagnóstico e tratamento. Somente 15% das causas de morte foram consideradas inevitáveis. Os componentes da mortalidade infantil apresentaram distribuição espacial dispersa...

‣ Mortalidade infantil no município de São Paulo: análise do seu comportamento nos últimos 15 anos

Milanesi,Maria Lucila; Laurenti,Ruy
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/1967 Português
Relevância na Pesquisa
48.179424%
A queda verificada na mortalidade infantil na Município da Capital desde 1950 foi devida exclusivamente à mortalidade infantil tardia, tendo a mortalidade neo-natal sofrido apenas ligeiras oscilações. Do valor mínimo de 60,2 por 1.000 alcançado em 1961 passou-se a 73,0 por 1.000 em 1966. Êste aumento, até 1964, foi devido tanto a um aumento na mortalidade neo-natal (10,6% em relação ao valor de 1961) como a um aumento na mortalidade infantil tardia (13,2% em relação ao valor de 1961). Procurando verificar quais as causas responsáveis por êste curso desfavorável da mortalidade infantil nos últimos anos, os autores chegaram à conclusão que apenas as doenças infecciosas e parasitárias não tiveram seu coeficiente aumentado neste período, tendo as demais causas sofrido um aumento que variou de 2,5% a 87,5% em relação ao ano de 1961.

‣ Situação de saúde da criança em área da região sul do Brasil, 1980-1992: tendências temporais e distribuição espacial

Victora,Cesar G.; Grassi,Paulo Recena; Schmidt,Angela Maria
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/1994 Português
Relevância na Pesquisa
48.189233%
Embora as estatísticas vitais sejam de fundamental importância para o planejamento e avaliação das ações de saúde, são poucos os Estados brasileiros que dispõem de sistema de registro com cobertura e agilidade suficiente para atingir estas metas. Objetivou, portanto, analisar os dados gerados no Rio Grande do Sul, Brasil, para descrever tendências temporais e distribuição espacial de indicadores de saúde infantil, incluindo os coeficientes de mortalidade infantil e de mortalidade proporcional de menores de um ano, prevalência de baixo peso ao nascer, e cobertura vacinal. Entre 1980 e 1992, observaram-se reduções marcantes na mortalidade infantil (de 39,0 para 19,3 por mil) e na mortalidade proporcional de menores de um ano (de 13,9% para 5,9%). A prevalência de baixo peso ao nascer mostrou-se estável entre 8 e 10%, tendo mesmo sido observado discreto aumento até 1991. A cobertura de vacina tríplice oscilou marcadamente de ano a ano, entre 79% e 99%. Houve forte correlação, ao nível de Delegacias Regionais de Saúde, entre mortalidade infantil e baixo peso ao nascer. Os 4 indicadores estudados foram combinados de forma a construir um escore para identificar as Delegacias de Saúde com maiores necessidades de intervenções sanitárias. A região sul do Estado...